MENU PRINCIPAL

quinta-feira, outubro 31, 2013

"FEIRA DO CONHECIMENTO 2013" - DANIEL BERG - TERCEIRO ANO X - (fotos)

TEMA: "Suplementação Alimentar no Esporte"

Esta postagem apresenta a sala temática organizada pelo Terceiro Ano X, alunos da escola Daniel Berg, sob minha tutela; o tema foi "Suplementação Alimentar no esporte" e demonstrou o empenho e dedicação dos alunos; a sala ficou ótima e merece um registro fotográfico; 















quinta-feira, setembro 26, 2013

(Viagens Culturais) BUENOS AIRES - 15 Fotos e 11 Dicas

BUENOS AIRES - QUINZE FOTOS E ONZE DICAS

Esta matéria traduz a experiência adquirida em uma viagem realizada em Janeiro de 2011 à cidade de Buenos Aires, praticamente um núcleo cultural intenso e belo em nossa América do Sul. Volto minhas atenções ao foco cultural, indiciando a tendência editorial do blog. Não se constitui de dicas definitivas, mas sim de comentários sobre centros culturais e paisagens com alto grau estético, que para minha percepção tornaram-se inesquecíveis. 


DICAS:

1. Coma em Puerto Madero quando puder; talvez você não terá outra oportunidade de comer carnes tão boas e um serviço tão premium pelo valor pago; existe estação de metrô;

2. Visite o bairro Once; é pobre e não tão bonito, mas apresenta a Buenos Aires indígena; fique atento aos locais que homenageiam personagens de manifestações populares importantes; é um bairro popular, com comércio popular barato (tipo 25 de março); mas é realmente bem barato e bom para comprar bolsas e mochilas;

3. Vá ao Café Tortonni e tome um café com torta; procure a cadeira cativa de Jorge Luís Borges e Carlos Gardel; imperdível; O Café fica localizado à Avenida de Mayo. 

4. Experimente Alfajor Havana; é simplesmente delicioso; coma o que puder e compre o que puder; aqui é caríssimo; lá está bem em conta; é tradição deles; principalmente o doce de leite, que é maravilhoso; 

5. Vá ao Malba (Museu de Arte Moderna); lá você encontrará Frida Khalo entre outros, mas principalmente o nosso queridíssimo Abaporu (Tarcila do Amaral); tentem fotografá-lo; (tarefa árdua e proibida);

6. Mais gostoso do que andar na Calle Florida é percorrer a av Santa Fé pela manhã, sentindo aquele calor arborizado das suas passarelas e construções antigas, bem como a rotina verdadeira de seus moradores; siga até o Shopping Palermo e se esgueire pelo bairro Palermo Soho;

7. Compre discos em vários locais; Musimundo, El Ateneo ou Thor; com certeza a oferta de livros e discos está concentrada na Avenida Corrientes.  Ande por ela ao entardecer, e vasculhe seus sebos e disquerias; também vá até a Rock ‘N Freud – Arenales, 3337, Paseo del Sol, Palermo. Sensacional loja. 

8. Não esqueça de pedir uma pizza em BA; as massas também são uma especialidade dos argentinos; além das carnes, claro; as massas foliadas que eles fazem é espetacular; meia lunas e outras; 

9. O Museu de Belas Artes tem um acervo permanente interessante; lá é possível ver obras de Auguste Rodin, os famosos quadros de bailarinas de Degas, paisagens de Monet e o cubismo de Picasso, entre nomes como Lautrec, Van Gogh, Rembrandt, Tintoretto, El Greco, Goya, Modigliani, Paul Klee e Pollock;

10. Aproveite a oferta de bebidas e vinhos em geral de Buenos Aires; se quiser cervejas premium compre em supermercados, longe do foco dos barzinhos que cobram bem caro; 

11. Vá a algum concerto ou apresentação de Tango; é relevante ao extremo para a cultura argentina este ritmo musical intrigante e expressivo; verifique as ofertas e pacotes; de qualquer forma, é elemento inerente entender a importância de Carlos Gardel e Piazzolla para a cultura argentina; 
















segunda-feira, setembro 23, 2013

XVIII SELL - SEMINÁRIO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS E LITERÁRIOS - UNIR VILHENA (02 a 04 de Outubro)


EVENTO QUE CONGREGA PERSONALIDADES DAS ÁREAS DAS LETRAS, CRIAÇÃO, LÍNGUA E LINGUAGENS, PROMOVENDO O MAIOR ENCONTRO DO PROFISSIONAL LETRÓLOGO DA REGIÃO. 



CLIQUE NO LINK E ACESSE A PROGRAMAÇÃO:

sexta-feira, setembro 13, 2013

TEXTO, DISCURSO E IDEOLOGIA: ENTRE DUAS VERDADES CIRCUNSTANCIAIS

By Rômulo Giácome de Oliveira Fernandes


Entre a especificidade e localidade do texto, a mobilidade e processualidade do discurso. Onde o texto acaba por ser ponto de referência o discurso o utiliza formando seu mosaico de referentes. O texto enquanto suporte da comunicação, enquanto teorização na maioria das hipóteses, ou descrição / narração em outras. A criação em dados momentos. Mas no fim, o efeito total e totalitário é do discurso. Discurso enquanto finalidade. Discurso enquanto efeito proporcionado por um conjunto de fatores dentro / fora / com a linguagem.


Não a linguagem restrita, baseada apenas na relação significante e significado. Mas a linguagem enquanto comportamento e valores, linguagem enquanto juízos a partir de signos não somente maternos, mas derivados de referências outras e afins, ou até não referências ou formas diferentes de indiciar.
A capacidade última de comunicar não pode ficar restrita ao texto, este texto entendido como recorte. Como portador de um conteúdo. Mas sim teríamos corretamente um texto maior, já construído, em construção e por ser construído, baseado em um estar sendo, na negação e na afirmação. Como uma espécie de leitura constante, um texto dialogando com outro texto e assim percebendo-se enquanto maior.
Por outro lado o discurso transborda o texto. É texto fora e dentro, mas também um conjunto de mais diálogos entre textos, ou o próprio diálogo, ou correlações entre textos que não são escritos, são comportamentos ou atitudes, axiomas transmitidos por signos sutis. O discurso acaba por construir-se a partir de posições discursivas / ou referentes de vozes que, ao final, ou um ponto, define um efeito de sentido não controlado, mas tentado, que acaba por construir identidades e comportamentos, afetando a cultura, definindo sujeitos e redefinindo a própria noção de subjetividade.  (FIORIN)
Eu não posso afirmar que o restaurante que inaugurou, constituído texto, aqui alegorizado, com ótimo serviço, boa decoração, boa comida e médio preço pode ser a segurança de uma experiência comunicativa agradável. Na decisão entre ir ou não, um conjunto de pontos de referência ecoam, decidindo se sim ou não, o custo benefício. Na entrada um conjunto de vozes me determinam onde sentar e como sentar, o que comer e como comer. E se lá está um inimigo, já tenho um ponto referente que pode acabar com a noite. Assim como uma discussão. Posso sair de lá com uma péssima referência ou trauma, como posso sair de lá otimamente. Este percurso gerativo de sentido é incontrolável, como o é a linguagem jogada ao público, semeia aqui e ali, floresce onde provavelmente floresceria ou onde nem imaginaríamos que florescesse.
Em como o texto, antes de ser lido, já é interpretado, julgado e avaliado, prescrito e entendido. Antes de tudo a ação judicativa da cultura. A cultura enquanto comportamento do leitor projetando no texto sua leitura. Em quanto não temos domínio total dos efeitos de sentido do texto, que se religioso, encontra fértil terreno no crente, se ateu, pode morrer sem argumento. A intensidade do discurso tem que encontrar eco na cultura, se encontrar, conjuminar, existir e promover efeitos.
Cultura enquanto código de valores e juízos engendrados no comportamento. Comportamento do leitor e do indivíduo que reproduz estes valores e os utiliza. E como o poder dominar estas referências constituem dominar um tipo de leitura, um tipo de valor, culminando em ideologia. Assim como a violência simbólica, advinda do esposo para com a esposa, ou do pai para com o filho, do policial para com o indivíduo. Assim como o poder simbólico, que reúne e exclui, pois enquanto estruturação, induz ao rótulo. (BORDIEU; FOUCAULT).
Nenhuma leitura é imparcial, neutra ou insólita, desde que usando os códigos deste tempo, espaço e cultura. O discurso humano é contaminado. Proferido de marte seria inteligível? Seria neutro? Não seria neutro nem inteligível, pois o entendimento do signo na linguagem é sempre uma operação ideológica. (BAKTIN).
Assim, é irrelevante discutir ou descobrir, na dialética dos juízos de certo ou errado, o que é certo ou errado, direita ou esquerda. Da natureza do próprio discurso ser dialético, ser valorativo e ser ideológico, pois a comunicação, em primeira instância, só existe conectada à ideologia, enquanto estruturação do pensamento social do ser falante, acaba por hierarquizar categorias de signos e suas interpretações.
E as verdades? Enquanto feitas da natureza “linguagem” não existem enquanto situações circunstanciadas e legitimadas por um tempo / espaço do agora. Isto porque são feitas de elementos que não existem sozinhos. De partículas de uma matéria fluídica chamada linguagem, que necessita se hierarquizar para ser Inteligível, de valores e comportamentos, de referências que estão sempre além. Assim, não existem por si mesmas, ontologicamente. São metáforas? (NIETZSCHE).
Entendê-las dentro da ideologia e entendê-las como representação e o peso axiológico que ela tem na vida cultural de cada um. Um Jesus loiro de olhos azuis sangrando na cruz? Ou Buda sentado, meditando? Ou satanás reunido em Paraíso Perdido? Ou a fuga de Adão e Eva do renascimento? Ou o capeta de tridente e queimando no fogo do inferno? Dentro da ideologia existe um efeito prático de sentido, que respinga, senão é o próprio comportamento do indivíduo dentro de sua cultura.
Compreender e tentar situar as verdades é apenas um trabalho de catalogação e legitimação de um discurso, proferido de uma pessoa autorizada. Esta autorização ocorre por mecanismos não domináveis, muitas vezes sociais e poucas vezes originais, genéticos quem sabe? Mas o trabalho de legitimação é ofício da ideologia, que controla os valores por meio das representações, por meio de declarações de certo e errado, por meio da religião, história e política, por meio do Direito e dos códigos de Ética.
Assim, é interessante entender a verdade como uma declaração que, feita de linguagem, é dita para alguém, em condições culturais ou não de decodificá-la e assimilá-la de maneira eficaz. Alguns estão mais propensos. Qual o significado da óstia para o índio? Atahualpa negou o princípio religioso Espanhol e foi degolado em praça pública.
A ideologia propõem-se sempre pelo poder opressivo do enquadramento social, do medo ou da inclusão; o medo imposto pelas representações culturais da idade média; a inclusão do modo de vida consumista de hoje.

Assim, por que verdades? Este rótulo tem um ranço de idealismo sobrenatural. 

sexta-feira, setembro 06, 2013

"O CRÍTICO AUTOR E O AUTOR CRÍTICO" com EVANDO NASCIMENTO E MARCOS SISCAR

O CRÍTICO AUTOR E O AUTOR CRÍTICO
by Rômulo Giácome

Qual a relação do crítico com sua própria obra? Quais os limites e intervenções da criação a partir do crítico-autor? Qual a convivência destas duas ações e personalidades? O presente texto discute estas questões a partir das respostas dadas pelos escritores / críticos Evando Nascimento e Marcos Siscar, na ocasião da mesa-redonda em que participei, ocorrida no 4º SILIC, em Vilhena, no dia 22 de Agosto de 2013. 

Com mãos sujas no tecido branco da criação o crítico autor escreve com medo. Medo da sua própria linguagem e do seu próprio projeto de literatura não se enquadrar no “projeto” de literatura desenquadrado de todos. A composição ou esta divisão entre o ato criador e o ato crítico parece que pode sim, caber em um mesmo corpo. O que muda é talvez a postura, ou a práxis que cada ação desencadeia. Assim ocorre com os renomados e sagazes professores / críticos / autores Marcos Siscar e Evando Nascimento. A pergunta central é: “onde liga o crítico e desliga o criador”; ou “onde liga o criador e desliga o crítico”, ou ainda “o crítico ligado junto ao criador” modula entre várias nuances de respostas possíveis.
Talvez para Evando Nascimento o ponto central é saber quando o “Crítico atua na própria composição”, intervindo na mente criadora ou no próprio produto final. Assim, constitui-se do querer saber os limites e (des)limites desta intervenção ao nível da composição, efetuada por ação de uma mente crítica, que na modernidade tem sido cada vez mais niilista. Parênteses meu (vivendo da evasão, o discurso crítico sobre a crise torna-se um circunlóquio ad infinitum, que não deixa outra razão senão escrever e produzir. A tensão provocada por esta angústia de entender a produção atual, seu pensamento e pensar, faz da criação a melhor forma de fazer crítica. A crítica na própria produção da obra. O que poderíamos entender como a práxis perfeita, na estreita relação entre o refletir e o fazer. No entanto, a criação nem sempre desemboca nas confluências da crítica literária e do pensar a arte. Muitas vezes ela é produto de sínteses de vozes, modulações ou emulações próprias e inerentes à própria arte, como é o caso do memorialismo ou auto-ficção).  


            Por outro lado, a posição de Marcos Siscar acabou por se moldar na premissa de que não são exatamente conflituosas as posições de crítico e produtor. Na verdade são complementares e intercambiáveis. Isto porque elas não atuam de modo independente. Elas se consolidam em momentos que podem se interseccionar, seja quando acontece o refinamento da produção final, seja no próprio pensar o projeto literário. O entendimento da criação enquanto diálogo crítico é uma situação de escritura original e formadora, constituindo as pontes com a literatura do passado e presente, definindo as vanguardas do futuro.
            Entre o crítico autor e o autor crítico, também surge a ideia do leitor ideal, tão amplamente revolvida por pensadores como Umberto Eco e Roland Barthes. Esta figura virtualizada na mente do criador de arte é uma identidade nos murais do marketing literário. Entender este perfil de leitor, livre, não açoitado pela ideologia acadêmica, livre da docência e suas marcas ideológicas, abstêmio das teorias e sistemas teóricos da esquerda e direita, dos fluxos de poder, das formações discursivas que criam empatia, dos recursos midiáticos de compra e proliferação da cultura livreira neste país, talvez seja a grande utopia do criador em busca do seu leitor.

            Talvez o leitor ideal é aquele que consome a literatura sem propósito, livre de pragmatismo e bandeiras. Frui o texto com a atenção do gozo e se alimenta dos diálogos com o prazer.  Bancários e Contadores, leitores de Rubem Fonseca e Dalton Trevisan. Juristas que se deliciam com Camus e Kafka. Mesmo que não queiramos, o fio fino de náilon liga um perfil a uma coisa, e esta coisa é o livro.
            O leitor ideal não fundamenta estruturalmente a obra que lê, mas conta sua experiência com o maior dos entusiasmos ao todos; esta obra vagueia pelas mesas de bar e pode entrar em casas antes não acessadas; podem parar na mão de adolescentes e, de repente, não mais que de repente, chegar em um programa de entrevistas aparentemente culto de um canal fechado.
            O leitor ideal dialoga com o hoje: o econômico e o cultural, como assim queiram os partidários de Jameson. O autor de hoje nem sempre é o crítico literário. O autor de hoje nem sempre compartilha academicamente da literatura. Mas não o pode ser se nunca fora um crítico. Crítico na melhor acepção possível. Talvez na acepção romântica que Benjamin trata em seu estudo “O conceito de crítica de arte no romantismo alemão”. Crítico no átimo da acepção “pensar a criação literária”.


quarta-feira, agosto 21, 2013

Coluna @TEMPORAL - Poesia e Afins - Rômulo Giácome; Bernardo Shmidt Penna; Paulo Henrique;


 Ano I - Número 01 - 21 de Agosto de 2013. Cacoal, Rondônia.

Me In sta(r),
Insta,
De dentro / fora do poema, dentro deu,
E ainda fora de mim
Instinto
Sem sabendo que sou ainda mais menos
Instante
E naquilo tudo que era muito mais ainda
Versos
Versículos de um texto apagado na parede
E fora dele, ainda mais meu, teu
E ainda tanto mais que tudo isso tudo
Sobrando tanto que tanto tu sobras
E fica ainda dentro / fora da única coisa que pode não ser
Poesia.

mote
Da face escrita do poema ninguém leu
Da face apagada do eu, tu e ele
Da face a face do leitor, eu ou tu?


Me perguntam
Em tom de especulação
O que te move?
De onde vem a inspiração?
E eu digo:
Não há dilemas
Ou problemas.
Eles voam por aí,
Os poemas.
Estão pelo ar...
O poeta só tem
A sorte de conseguir pegar.


Penso, logo existo.

Penso, logo assisto.
Penso, logo invisto.
Penso, logo insisto.
Penso, logo conquisto.
Penso, logo resisto.
Penso, logo despisto.
Penso, logo desisto...


Ia descrevê-la.
Mas ela,
De uma só vez,
Me fez
Esquecer tudo.
Assim,
Começo do fim:
Mudo.




quarta-feira, julho 24, 2013

4º SILIC - SIMPÓSIO DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA - COM MARCOS SISCAR, EVANDO NASCIMENTO E LUIS COSTA LIMA (ENTRE OUTROS) - VILHENA-RO

Período de realização: 21, 22, 23 e 24 de agosto de 2013
Local: Universidade Federal de Rondônia

Cidade: Vilhena 
Contato: gepec_unirvha@yahoo.com.br  

Crise é uma palavra-maná que parece definir com propriedade a condição do presente. Interessa-nos, entretanto, não as asserções derivadas da aparência, e sim interrogar esse topos para fazer ver o que há de atópico nele. Daí a ideia de palavra-maná. Segundo Roland Barthes, uma palavra “imóvel e carregada, em deriva, nunca instalada”.  Antes de confirmá-la, cumpre, portanto, reconhecer o que acontece no momento mesmo em que a crise é proferida. A hipótese é de que o discurso em loop da crise surge quase sempre para enunciar um estado de coisas que, de modo subjacente, demonstra que algo de indistinto, de intempestivo, acontece. A solicitação do GEPŒC feita a estudiosos de literatura contemporânea vai nesse sentido. Assim como ocorre desde o primeiro simpósio, a tentativa é a de não estabelecer uma relação de concordância ou discordância com o já dado, mas refletir sobre esses discursos a partir das obras e do campo literário em que estão inseridas. Este é o modo escolhido para pensar na nossa própria condição de grupo que atua num campo em que constantemente a legitimidade de sua existência – e importância – é colocada em pauta. O que se solicita a um grupo que estuda literatura contemporânea no interior do país? Cabe a nós fortalecer ou desconstruir a ideia de interior? Vocábulos como impureza, questão, aporias, evocados nos outros simpósios, e agora “crise”, almejam demonstrar a nossa disposição de abertura, de elaborar um pensamento calcado tanto na comunhão como na diferença.
DATAS IMPORTANTES

Prazo para inscrições de trabalhos em Simpósios temáticos: 22 de julho de 2013
Divulgação dos trabalhos aprovados e emissão de cartas de aceite: até 29 de julho de 2013
Prazo para envio de resumo expandido ou texto completo para publicação nos Anais: 05 de agosto de 2013

PROGRAMA

21 de agosto

Noite
18h30 – Entrega de material
19h – Abertura do simpósio
20h – Conferência de abertura: O passo da prosa na poesia contemporânea
Profa. Dra. Florencia Garramuño (Universidade de San Andrès – Buenos Aires)
Mediação: Profa. Dra. Lilian Reichert Coelho (UNIR/GEPŒC)
21h30 – Apresentação teatral: Banzo, com o ator Celso Francisco Gayoso (UNIR/Departamento de Jornalismo)
Coordenadora: Profa. Dra. Milena Magalhães (UNIR/GEPŒC)

22 de agosto

Manhã
 8h – Mesa-redonda: Um aspecto da crise: políticas de fomento à pesquisa para as Ciências Humanas e Sociais
Profa. Dra. Maria Berenice Alho da Costa Tourinho (Reitora da UNIR)
Prof. Dr. Ari Miguel Teixeira Ott (Pró-Reitor de Pesquisa da UNIR)
Profa. Dra. Lilian Reichert Coelho (UNIR/GEPŒC)
10h - Conferência: Imagens do fim
Prof. Dr. Marcos Siscar (UNICAMP)
Mediadora: Mislene de Oliveira (UNIR/GEPŒC)

Tarde

14h – Simpósios temáticos
16h – Seminário Interno do GEPŒC
Participação da Profa. Dra. Walnice Aparecida Matos Vilalva (PPGEL/UNEMAT) e Profa. Dra. Simone de Jesus Padilha (UFMT)
como debatedoras

Noite
 19h30 – Conferência: "A Noite suave das coisas": as Artes e o discurso da crise
Prof. Dr. Evando Nascimento (UFJF)
Mediadora: Profa. Dra. Milena Magalhães (UNIR/GEPŒC)
21h30 – Lançamento de livros


23 de agosto

Manhã
 8h – Simpósios temáticos
10h – Cena de conversa 1: Escritores: Evando Nascimento e Marcos Siscar
Debatedores: Dariete Cruz Gomes Saldanha (Mestranda em Estudos Literários UNIR/ GEPŒC)
Mariana Marques Ferreira (Mestre em Letras UNIR/GEPŒC)
Prof. Me. Rômulo Giácome de Oliveira Fernandes (UNESC/Doutorando UNESP/SJRP-UNIR)

Tarde
14h – Miniconferências:

 (In)certos discursos sobre a leitura literária na escola
Profa. Dra. Marinalva Vieira Barbosa (UFTM)
Práticas pedagógicas com textos literários na perspectiva bakhtiniana
Profa. Dra. Simone de Jesus Padilha (UFMT)
Problemas e desafios da formação continuada de professor
Profa. Dra. Maria Cândida Müller (UNIR/DACIE)
Mediador: Prof. Me. Leandro Wallace Menegolo (UNIR/GEPŒC)

Noite
 19h – Conferência de encerramento: Quais as dimensões da crítica atual?
Prof. Dr. Luiz Costa Lima (PUC/ Rio de Janeiro)
20h30 – Cena de conversa 2:  Mímesis: Re(a)presentação de um conceito
Prof. Dr. Marcio Renato Pinheiro da Silva (UFRN)
Mediadora: Profa. Me. Rosana Nunes Alencar (UNIR/GEPŒC)


24 de agosto

Manhã
9h30 – Edição especial do projeto de Extensão “Comparsarias Literárias: leitura e discussão da prosa e da poesia contemporâneas”
Livro: Não há nada lá, de Joca Reiners Terron
Convidado: Prof. Me. Rubens Vaz Cavalcante (UNIR/ Porto Velho)
Mediadora: Profa. Me. Sandra Aparecida Fernandes Lopes Ferrari (IFRO/GEPŒC)

Tarde
14h – Edição Especial do Projeto de Extensão “Quarto 237 – Cinema, Universidade, Comunidade”
Filme: Linha de passe (2008), de Walter Salles e Daniela Thomas
Convidado: Prof. Dr. Marcio Renato Pinheiro da Silva (UFRN)
Mediadora: Profa. Dra. Lilian Reichert Coelho (UNIR/GEPŒC) – Coordenadora do Projeto de Extensão


PROGRAMAÇÃO DO III SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO DE PESQUISA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS DA UNIR

21 de agosto

Tarde

14h – Professor convidado: Prof. Dr. Marcio Renato Pinheiro da Silva (UFRN)
Mediação: Profa. Dra. Milena Magalhães (UNIR/GEPŒC)

PROJETOS DE PESQUISA:
Capitu e Ivan: diferentes olhares na travessia entre literatura e cinema
Pesquisadora: Maria do Céu Vaz
O universo representativo da personagem ficcional no romance “Ensaio sobre a Cegueira”, de José Saramago.  
Pesquisadora: Maria da Saúde Gomes da Silva
A estetização do drama e o entrecruzamento de linguagens em Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato
Pesquisador: Francisco Elieudo Buriti de Sousa

22 de agosto

Tarde

14h - Professor convidado: Prof. Dr. Marcos Antonio Siscar (UNICAMP)
Mediação: Profa. Me. Rosana Nunes Alencar (UNIR/GEPŒC)
PROJETOS DE PESQUISA:
A fluência das várias vozes da narrativa na construção do romance São Bernardo, de Graciliano Ramos
Pesquisadora: Valdety Oliveira 
Erotismo e permanência em Da Morte. Odes Mínimas (1980), de Hilda Hilst
Pesquisadora: Arlene Leite de Almeida (UNIR – Porto Velho)

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS PARA INSCRIÇÃO DE COMUNICAÇÕES
- Literatura Brasileira
- Literatura Brasileira Contemporânea
- Literatura de expressões de Língua Portuguesa e estrangeira
- Comunicação e Cultura
- Educação e ensino

INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Os valores de inscrição são:
Aluno de graduação: R$40,00
Aluno de pós-graduação: R$50,00
Demais categorias: R$60,00

O participante pode inscrever-se com apresentação de trabalho e como ouvinte.  O interessado deve inscrever-se em uma das sessões dos simpósios temáticos especificados acima.

Para a sessão de simpósios temáticos, o SILIC aceita trabalhos desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação em todas as áreas de Letras (Língua Portuguesa, Línguas estrangeiras, Literaturas, Teoria literária, Ensino de língua, Ensino de literatura etc.) ou ainda desenvolvidas em outros cursos de áreas afins (Pedagogia, Psicologia, História, etc.).
  • Cada comunicação terá 25 minutos de duração: 20 para apresentação e 5 para debate.
  • Cada participante inscrito poderá submeter apenas um trabalho, do qual é autor ou coautor.
  • Autor de trabalho individual ou de trabalho em coautoria só terá direito a certificado se efetuar sua inscrição no evento e efetivamente apresentar o trabalho na sessão.
  • NÃO será permitida a apresentação de trabalho de autor ausente.
  • Os trabalhos apresentados que enviarem texto completo serão publicados nos Anais do evento.
Normas para submissão do trabalho:
a) O autor do trabalho pode escolher entre enviar resumo expandido ou texto completo. Independentemente da escolha, um resumo de, no máximo, 300 palavras deve vir acompanhado.
b) O resumo de no máximo 300 palavras deve ter o seguinte formato, segundo a NBR 6028 (ABNT, 2003): configuração da página A4 – margem superior e direita 2,0 cm, margem inferior e esquerda 3,0 cm, Fonte:Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas simples, justificado; apresentação de até 3 palavras-chave. Preferencialmente, o resumo deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único. A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal. A seguir, deve-se indicar os objetivos, a metodologia, os resultados e as conclusões,  usando-se o verbo na voz ativa e na 3.ª pessoa do singular. As palavras-chave, em número de três, devem figurar logo abaixo do texto do resumo, separadas entre si por vírgula e finalizadas por ponto final.

c) O resumo expandido deve ter entre 850 e 1000 palavras, tendo o seguinte formato: configuração da página A4 – margem superior e direita 2,0 cm, margem inferior e esquerda 3,0 cm; fonte Times New Roman; tamanho 12; espaço entre linhas simples, justificado. Preferencialmente, o resumo expandido deve ser construído da mesma maneira que o resumo básico (tema delimitado, objetivos, metodologia, resultados e conclusões). Entretanto, na modalidade expandida, o estudante precisa detalhar mais os elementos constitutivos do resumo, expostos anteriormente.
d) Os trabalhos completos devem conter, no máximo, 16 páginas, no seguinte formato: configuração da página A4, margem superior e direita 2,0 cm, margem inferior e esquerda 3,0 cm, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas 1,5, justificado.
- O título do trabalho deverá estar em caixa alta e em negrito, centralizado na página.
-  A autoria do trabalho (nome completo) deverá vir alinhada à direita e em itálico, com as iniciais maiúsculas, seguida do nome da sigla da Universidade a que pertence.
- As citações com até três linhas devem integrar o corpo do texto, usando-se “aspas” com o mesmo tipo de fonte do texto normal. As chamadas de citação podem ser feitas de duas maneiras: 1 – com o sobrenome do autor fora dos parênteses, apenas com a inicial maiúscula, devendo vir entre parênteses o ano da publicação e a página; 2 - devem ser assinaladas entre parênteses, constando sobrenome do autor em letras maiúsculas, ano de publicação da obra consultada e número das páginas.
- As citações a partir de quatro linhas devem estar blocadas (novo parágrafo, recuado em 4 cm e fonteTimes New Roman 10). Nesse caso, as referências devem constar no corpo do texto, entre parênteses, com nome do autor em letras maiúsculas, ano de publicação da obra consultada e páginas.
- Notas de rodapé, quando necessário, devem possuir caráter explicativo/ complementar e estas devem ser numeradas em algarismos arábicos e em sequência.
 - As referências bibliográficas deverão constar no final do texto, seguindo a norma 6023 (ABNT, 2003), dispostas em ordem alfabética por sobrenome do autor.
- Com exceção da primeira, todas as outras laudas deverão ter a numeração de página colocada no canto superior esquerdo, a 2 cm da borda da folha.

- Prazo final para envio de proposta de comunicação para simpósio temático (com envio do resumo expandido ou texto completo): 22 de julho de 2013.
- Em caso de dúvida, entrar em contato com a Comissão Organizadora do Simpósio pelo e-mail: gepec_unirvha@yahoo.com.br

CONTATO
Em caso de dúvida, entre em contato com a comissão pelo email: gepec_unirvha@yahoo.com.br

COMISSÃO

Realização
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA
Departamento Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários - DELL
Mestrado Acadêmico em Estudos Literários

Organização
Grupo de Pesquisa em Poética Brasileira Contemporânea - GEPŒC

Comissão Organizadora
Milena Cláudia Magalhães Santos Guidio – GEPŒC/UNIR
Lilian Reichert Coelho – GEPŒC/ UNIR
Cynthia de Cássia dos Santos Barra – PPGEL/ UNIR
Leandro Wallace Menegolo – GEPŒC/UNIR
Rosana Nunes Alencar - GEPŒC/UNIR Vilhena
Sandra Aparecida Fernandes Lopes Ferrari- GEPŒC/IFRO/Vilhena
Walnice Aparecida Matos Vilalva  - PPGEL/UNEMAT

COMITÊ CIENTÍFICO
Arnaldo Franco Junior – UNESP
Lilian Reichert Coelho – UNIR
Madalena Aparecida Machado - UNEMAT
Marcio Renato Pinheiro da Silva - UFRN
Marcos Antonio Siscar - UNICAMP
Milena Cláudia Magalhães Santos Guidio - UNIR
Rosana Nunes Alencar - UNIR
Sandra Aparecida Fernandes Lopes Ferrari – IFRO
Vera Lúcia Maquêa – UNEMAT