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quinta-feira, março 28, 2019

ABNT 6022:2018 NORMAS PARA ARTIGO CIENTÍFICO - O QUE MUDOU? (GUIA RÁPIDO DO ARTIGO CIENTÍFICO)

Segue resumo das principais mudanças trazidas pela NBR 6022:2018 e como afetam sua confecção de Artigo Científico. Aproveite e baixe o Guia Rápido de Elaboração do Artigo. 





1 CONCEITO


            A normativa específica para regulação da produção, desenvolvimento e editoração do Artigo Científico é a NBR 6022 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que sofreu atualização em 16 de Maio de 2018. Segundo suas recomendações, o artigo científico é:

NBR 6022:2003
Parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.

NBR 6022:2018

Parte de uma publicação, com autoria declarada, de natureza técnica e/ou científica.
           
           

terça-feira, março 26, 2019

SEMIÓTICA & MARCA - UM ESTUDO DE CASO FOTOGRÁFICO DA HARLEY DAVIDSON

O processo de Semiose pode ser entendido dentro da criação de uma marca como a evolução do signo Icônico rumo ao símbolo. É um processo de interpretação do signo em suas fases de realização tricotômica, tanto em nível de representação, quando de interação com seu decodificador e a forma de comunicar essa decodificação. Abaixo uma pequena reflexão fundamental e uma análise fotográfica da comunicação visual da marca Harley Davidson. 

Rômulo Giacome de Oliveira Fernandes
Lillian Telma Naitzel Siring

terça-feira, fevereiro 26, 2019

PROJETO DE PESQUISA - UM ESTUDO DA ICONOGRAFIA PAITER-SURUI EM RONDÔNIA

Tendo como fundamento a relevância da semiótica para os estudos visuais e linguísticos, e seu imbricamento, como forma de explicar fenômenos de sentido e identidade dentro de uma cultura; e também levando em conta a relevância dos signos visuais e sua morfologia dentro de um contexto funcional de portador de informações culturais, étnicas e sociais, o presente projeto de pesquisa objetiva:
            Pesquisar, catalogando e sistematizando, em primeiro momento, a iconografia visual e gráfica da comunidade indígena Suruí, em seus desdobramentos geográficos e familiares no Estado de Rondônia, para posterior análise e interpretação semiótica de seus valores de sentido e identidade cultural e social.

Faça download do Projeto e Conheça mais. Um estudo da iconografia Paiter-Surui em Rondônia

quinta-feira, dezembro 13, 2018

O ROMANCE “NÃO HÁ NADA LÁ” DE JOCA REINERS TERRON: A BUSCA NA POTÊNCIA DA LINGUAGEM POP E SEU UNIVERSO


Resenha apresentada na disciplina Literatura Brasileira V, adaptada à temática de Pesquisa "A prosa de 2000 e seus caminhos", como produto da leitura e análise do Romance contemporâneo e suas imbricações na produção e avanço da teoria. 





Katryne Victória Ribas do NASCIMENTO[1]
Isac Bonfim BARROS[2]
Delurdes FERNANDES[3]
Rômulo Giácome de Oliveira Fernandes[4] (Org)


Publicado pela primeira vez em 2001 pela editora Ciência do Acidente e depois em 2011 pela Companhia das Letras, a obra de Joca Reiners Terron, Não há nada lá[5], possui um mistério a ser decifrado com três histórias aparentemente desconectadas.
O autor[6] dessa incrível obra é poeta, prosador, artista gráfico e editor; de Cuiabá/MT, nasceu em 1968, formou-se em Arquitetura e Desenho industrial. Criou a editora Ciência do Acidente, participou da edição da coleção Otra Língua, editora Rocco. Possui seis romances, dois livros de contos e três de poesias. Possui alguns prêmios como: Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira da Revista Cult por Não Há Nada Lá, Prêmio Machado de Assis de Romance da Fundação Biblioteca Nacional por Do fundo do poço se vê a lua e Menção Honrosa na categoria Contos por A Memória é uma Curva de Rio Sujo - Concurso Nacional de Literatura Cidade de Belo Horizonte.

segunda-feira, dezembro 03, 2018

A ESCRITA EM TEMPOS DE REDES SOCIAIS

Este ensaio foi apresentado no I SEMINÁRIO INTERNO DO GRUPO DE PESQUISA EM LINGUAGENS - GPEL, evento realizado no Instituto Federal de Rondônia, a aborda dois vetores de discussão sobre a prática de produção de textos: o planejamento psíquico da escrita e a prática de assimilação dos recursos linguísticos. 

Muito se fala do fim da escrita e do condicionamento deste processo às redes sociais. Principalmente em função da prática de comunicação por imagens, fazendo uso de redes próprias como o Instagram e outras. Mas não podemos negar que a imagem sem legenda fica muda, parecendo clamar por um suporte textual. E de tantos recursos que temos para digitalizar a voz e escrever via voice, nenhum software conseguiu ainda amplitude e funcionalidade para uso em massa. Continuamos a fazer uso da velha e boa escrita, seja no Facebook ou no Enem. Ainda é mito dizer que a escrita tem os dias contados. Neste ensaio pontuo duas questões que norteiam discussões estruturais sobre a prática da escrita em tempos de modernidade e mudanças de paradigmas. O primeiro ponto é sobre a organização mental e a escrita como extensão icônica e indicial desta organização. O segundo ponto é sobre a prática de escrita enquanto processo de realização e assimilação de procedimentos inerentes à língua por meio de técnicas como a repetição e reflexão sobre esta repetição. 

segunda-feira, novembro 26, 2018

COMENDO BEM E BARATO NO PERU (Custo Benefício)


por Helem Cristiane 

Nesta postagem narro as experiências gastronômicas de viagem feita ao Perú em julho de 2017 com a minha família. Somos de Rondônia e fomos de carro, aproveitando os mínimos detalhes.
Moramos em Cacoal-RO, saímos às 4 da manhã e dormimos em Rio Branco, no Acre. No dia seguinte, já dormimos em terras peruanas, Porto Maldonado, maior cidade e com melhor infraestrutura até chegar em Cusco, que fica a aproximadamente 700 km de lá. Essa viagem demora em torno de 12 horas, devido à Cordilheira dos Andes, estrada sinuosa, impossível de andar a mais de 80 km por hora.
Neste percurso, praticamente não há cidades com bons restaurantes no horário do almoço, sendo imprescindível levar água e comidas para não passar apuros. 

terça-feira, novembro 20, 2018

APRESENTAÇÃO DO LIVRO (RETALHOS DE ÁGUA) EDUARDO MARTINS





por Rômulo Giacome
Eduardo Martins de Barros Melo vem veloz. Vem tecendo, em finas camadas líquidas, lâminas de água que dissecam. Em cada lâmina um enigma insondável na profundeza dos leitos aquosos onde se escondem as palavras, ditas e não ditas. Mergulhar em cada poema é vislumbrar um enigma. E tão feliz ficamos quando lemos poemas enigma.