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quarta-feira, dezembro 06, 2017

I SEMINÁRIO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DE LETRAS, PEDAGOGIA E PSICOLOGIA - TRANSHUMANISMO

TRANSHUMANISMO? O que é? Qual a sua relevância para discutirmos o homem hoje? Quais as formas de minimizarmos as nossas limitações frente aos novos tempos de informação e tecnologia? Neste evento, este tema e outros de igual relevância serão discutidos. Com a presença do Prof. Dr. Clóvis Pinto de Castro (São Paulo), os Cursos de Psicologia, Pedagogia e Letras unirão suas reflexões e práticas rumo às discussões de nossa era. 








segunda-feira, dezembro 04, 2017

I ENCONTRO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - I SEMINÁRIO DE PESQUISA EM PÓS-GRADUAÇÃO

MESA-REDONDA: "A PESQUISA COMO MOTOR DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL"
Prof. Dr. Rômulo Fernandes (UNESC), 
Prof. Ms. Renato Zan (IFRO), 
Profª. Ms. Fátima Gaviolli (SEDUC) 
Profª. Dra. Natália Malavazi (ULBRA),





Questões que ainda ecoam desta discussão: Os TCC´s podem ser considerados pesquisa? Como podemos melhorar a nossa produção e otimizar o que fazemos em pesquisa?
Em suma, tudo o que produzimos e orientamos tem potencial valor como pesquisa. Aproveitar este material e esta energia depreendida no ato da confecção dos trabalhos de conclusão de curso é salutar para o desenvolvimento da pesquisa regional. 

quarta-feira, novembro 22, 2017

PROCISSÃO DO CONGADO NA FESTA DE REIS - OURO PRETO - IGREJA SANTA EFIGÊNIA DOS PRETOS - MG

Nestes dias que antecedem e procedem a data da tomada de consciência negra, o TEOLITERIAS homenageia toda a cultura afro com uma filmagem da Procissão do Congado na Festa de Reis, defronte  à Igreja de Santa Efigênia, sob o manto de Nossa Senhora do Rosários dos Pretos. 
Esta filmagem foi captada pela professora Helem Aquino dos Anjos Fernandes, colaboradora do blog. As fotos foram registros do Editor do TEOLITERIAS. 
Qualquer visita à cidade de Ouro Preto é uma revelação. Todos aqueles que desejam abrir os olhos frente à nossa devastadora história racial, verá o sofrimento deste povo e desta raça. 
Assim, toda a forma de poder emanada desta cidade de minério é potencializada em energia contestadora do negro frente ao seu desígnio. Contestação é a palavra. Contestação nas manifestações religiosas. Contestação nos altares, pinturas, costumes, escritos. E essa contestação legítima de um povo subjugado, cria o que chamamos na arte de Barroco. 
Vejamos as cenas desta que é uma das maiores contestações religiosas. 



terça-feira, novembro 14, 2017

II SEMINÁRIO DE CULTURA BRASILEIRA "CASA GRANDE E SENZALA" - GILBERTO FREYRE

SEMINÁRIOS E TEATROS BASEADOS NA OBRA "CASA GRANDE & SENZALA" DE GILBERTO FREYRE

REFERÊNCIA E HOMENAGEM AO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

EQUIPE SEGUNDO PERÍODO DE LETRAS UNESC/CACOAL


domingo, outubro 29, 2017

POCONÉ - MT - BR060 - AS BELEZAS NATURAIS DO PANTANAL

Nesta postagem trato de um destino maravilhoso, que tem características do turismo de aventura e natureza plena. É o pantanal de Mato Grosso, entrando pelo seu portal: Poconé e a Transpanteneira, a BR060. Logo após Cáceres, pela BR070, entramos na MT370, o que dá um percurso de 160km.  A cidade de Poconé é pequena, mas suficiente em estrutura. Ali pegamos a famosa BR060. É uma estrada de terra, trecho longo e plano, com pequenos buracos e pedras. Um carro baixo trafega muito bem. Passamos pelo portal obrigatório para fotos e várias pontes que escoam as águas da enchente. Nestes poços de água que ficam retidos encontramos vários jacarés esparramados. Depois de 40 km encontramos a entrada da pousada Rio Claro. Nela encontramos muitos turistas gringos e uma bela estrutura. Também um passeio sensacional de barco pelo Rio Claro, vendo jacarés e pássaros raros. Detalhe para o guia. Entre Poconé e Porto Jofre, o fim da linha da Transpantaneira, são 147km. Uma boa sugestão de pedal. Logo após o DayUse fizemos um pedal bacana. Pedalamos 50km. Chegamos próximos a Pixaim.   


quarta-feira, outubro 18, 2017

quarta-feira, setembro 20, 2017

SEIS DISCOS E BONS MOTIVOS PARA VALORIZAR A MÚSICA BRASILEIRA ATUAL

By Rômulo Giacome
Temos a mania de afirmar: não se produz mais nada de bom na música brasileira. Afirmação mais do que falsa. Produzimos muita coisa boa, principalmente fora do circuito de consumo normal e dos nichos habituais.  Talvez tenhamos perdido a capacidade de viver o momento crítico, ou seja, reconhecer novas fontes culturais musicais, pesquisar e agrupar boas produções. E talvez o que é ainda pior: estamos preparados para o novo? Estamos prontos para experimentar novas músicas e artistas? Será que a segmentação e cristalização de antigos valores e clichês musicais que ainda carregamos não têm espantando novas experiências?